Hoje, o serão foi com as mãos na massa para fazer umas Bolachinhas de Manteiga, em forma de corações, para o dia dos namorados.
Espaço de reflexão, aprendizagem e pesquisa sobre tudo o que se relaciona com o sentido do gosto
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Sopa da pedra
Ingredientes:
1 Kg de feijão encarnado
1 orelha de porco
1 morcela
1 chouriço de carne
1 farinheira
700gr de toucinho entremeado
800gr de batatas
2 cebolas
4 dentes de alho
2 folha de louro
1 molho de coentros
Sal e pimenta
Preparação:
1 orelha de porco
1 morcela
1 chouriço de carne
1 farinheira
700gr de toucinho entremeado
800gr de batatas
2 cebolas
4 dentes de alho
2 folha de louro
1 molho de coentros
Sal e pimenta
Preparação:
Numa panela com água coloque a cozer, o feijão, as cebolas picadas, as folhas de
louro, os alhos picados, a entremeada, a orelha de porco, o chouriço e
a morcela.
Com a ajuda de um palito, espete a farinheira e coza num tacho à parte com água durante 10 minutos.
Passado cerca de 15 minutos, retire a morcela e o chouriço para um prato.
Depois da farinheira cozida (10 minutos) retire-a para um prato.
Conforme as carnes fiquem cozidas, retire-as para um prato.
Retire um pouco do feijão cozido e de caldo para um recipiente.
Junte na panela as batatas e deixe cozer.
Passe com a varinha mágica o feijão e o caldo que retirou.
Depois das carnes frias, corte-as aos pedacinhos.
Corte os enchidos às rodelas.
Passado os 10 minutos as batatas já estão cozidas, junte o caldo do feijão que passou anteriormente.
Junte as carnes, tempere com pimenta, rectifique o sal e junte os coentros picados.
Mexa e deixe ferver.
Quando começar a ferver está pronta a servir.
Não esquecer de juntar uma pedra lavada no fundo da terrina e com os enchidos por cima.
Com a ajuda de um palito, espete a farinheira e coza num tacho à parte com água durante 10 minutos.
Passado cerca de 15 minutos, retire a morcela e o chouriço para um prato.
Depois da farinheira cozida (10 minutos) retire-a para um prato.
Conforme as carnes fiquem cozidas, retire-as para um prato.
Retire um pouco do feijão cozido e de caldo para um recipiente.
Junte na panela as batatas e deixe cozer.
Passe com a varinha mágica o feijão e o caldo que retirou.
Depois das carnes frias, corte-as aos pedacinhos.
Corte os enchidos às rodelas.
Passado os 10 minutos as batatas já estão cozidas, junte o caldo do feijão que passou anteriormente.
Junte as carnes, tempere com pimenta, rectifique o sal e junte os coentros picados.
Mexa e deixe ferver.
Quando começar a ferver está pronta a servir.
Não esquecer de juntar uma pedra lavada no fundo da terrina e com os enchidos por cima.
A Lenda da Sopa da Pedra
Tal como quase todos os costumes, tradições e
também gastronomia regional, a Sopa da Pedra tem uma lenda associada...
Um frade andava no peditório. Chegou à porta de um
lavrador, não lhe quiseram aí dar esmola. O frade estava a cair com fome, e
disse:
- Vou ver se faço um caldinho de pedra!
E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela, para ver se era boa para fazer um caldo. A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança.
Perguntou o frade:
- Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa boa.
Responderam-lhe:
- Sempre queremos ver isso!
Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, pediu:
- Se me emprestassem aí um pucarinho.
Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro.
- Agora, se me deixassem estar a panelinha aí ao pé das brasas.
Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, tornou ele:
- Com um bocadinho de unto, é que o caldo ficava um primor!
Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada pelo que via. Dizia o frade, provando o caldo:
- Está um bocadinho insosso. Bem precisava de uma pedrinha de sal.
Também lhe deram o sal. Temperou, provou e afirmou:
- Agora é que, com uns olhinhos de couve o caldo ficava que até os anjos o comeriam!
A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves tenras.
O frade limpou-as e ripou-as com os dedos, deitando as folhas na panela.
Quando os olhos já estavam aferventados, disse o frade:
- Ai, um naquinho de chouriço é que lhe dava uma graça.
Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço. Ele botou-o à panela e, enquanto se cozia, tirou do alforje pão e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era um regalo. Comeu e lambeu o beiço. Depois de despejada a panela, ficou a pedra no fundo. A gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou:
- Ó senhor frade, então a pedra?
Respondeu o frade:
- A pedra lavo-a e levo-a comigo para outra vez.
E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela, para ver se era boa para fazer um caldo. A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança.
Perguntou o frade:
- Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa boa.
Responderam-lhe:
- Sempre queremos ver isso!
Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, pediu:
- Se me emprestassem aí um pucarinho.
Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro.
- Agora, se me deixassem estar a panelinha aí ao pé das brasas.
Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, tornou ele:
- Com um bocadinho de unto, é que o caldo ficava um primor!
Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada pelo que via. Dizia o frade, provando o caldo:
- Está um bocadinho insosso. Bem precisava de uma pedrinha de sal.
Também lhe deram o sal. Temperou, provou e afirmou:
- Agora é que, com uns olhinhos de couve o caldo ficava que até os anjos o comeriam!
A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves tenras.
O frade limpou-as e ripou-as com os dedos, deitando as folhas na panela.
Quando os olhos já estavam aferventados, disse o frade:
- Ai, um naquinho de chouriço é que lhe dava uma graça.
Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço. Ele botou-o à panela e, enquanto se cozia, tirou do alforje pão e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era um regalo. Comeu e lambeu o beiço. Depois de despejada a panela, ficou a pedra no fundo. A gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou:
- Ó senhor frade, então a pedra?
Respondeu o frade:
- A pedra lavo-a e levo-a comigo para outra vez.
Encontrei a lenda da Sopa da Pedra aqui
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Bolinhas de farinheira e queijo mozzarella
Foto retirada da internet
Farinheira;
Queijo mozzarella ralado;
Queijo mozzarella ralado;
1 ovo;
Pão ralado q.b.
Tirar a pele à farinheira e misturar com o queijo
ralado, amassando bem;
Formar pequenas bolas;
Passar por ovo batido e por pão ralado e depois fritar.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Um Domingo com cozido à portuguesa
Um Domingo atarefado com as panelas, já cheias, para fazer o almoço.
As carnes (vaca, porco, frango) para o cozido, depende do gosto de cada um.
Não podemos esquecer os enchidos (chouriço de carne, chouriço de sangue, morcela, farinheira, salsichas frescas).
As batatas, as cenouras e a couve lombarda não podem faltar para acompanhar este prato.
Para a sobremesa um Molotof com caramelo.
Bolinhas de morcela
Foto retirada da internet
1 morcela
1 ovo
Salsa q.b.
Salsa q.b.
Farinha q.b.
1 ovo batido
Pão ralado q.b.
Retirar a pela à morcela e
amassá-la.
Numa taça, juntar a morcela, um ovo, a salsa picada e envolver tudo.
Fazer pequenas bolinhas com a morcela, e passar por farinha, por ovo batido e
por pão ralado.
Fritar as bolinhas em óleo bem quente até ficarem douradas.
Vinagre aromatizado
Azeites aromatizados
Pasta de azeitona
A minha pasta de azeitona é feita da seguinte maneira:
1 frasco de azeitona verde
1 dente de alho
1 colher de café de Oregãos
1 fio de azeite
Preparação
Passar as azeitonas sem caroço por água para não ficarem salgadas. Colocar na picadora, juntamente com os alhos e os oregãos.
Picar até ficar uma pasta.
Colocar numa taça e deitar um fio de azeite.
É óptimo como entrada servido em cima de tostas pequenas.
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